9° ano querido, eis alguns exercícios para apreensão do conteúdo. Resolva-os primeiro, depois consulte as resoluções ao final.
Um abraço,
Prof. Fátima
1 - Classifique os períodos abaixo em oração principal e em oração subordinada
adverbial (a correspondente).
a) Depois que ficou doente
b) Antônio Francisco passou a fugir de
todo o mundo
c) porque, além de feio, ficava cada
vez mais deformado
d) Ele tinha três escravos que sofriam
muito em suas mãos
Leia o seguinte período extraído do
texto de Pedro Bial para responder à questão 2.
“Passou madrugadas sem
dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de
fazer da vida.”
2- Agora encontre:
a) A oração principal.
b) Uma oração reduzida que indique
finalidade.
c) Um pronome relativo.
3 - Abaixo há
algumas oraçõesreduzidas. Após
analisá-las, sua tarefa consistirá em desdobrá-las, a fim de que se apresentem
como desenvolvidas.
Feito isso, dê a elas a classificação correspondente.
a)Dizendo a verdade, todos
confiarão em você.
b) Terminada a reunião, todos os
funcionários retomaram a rotina de trabalho.
Objetivo da atividade: estudar a estrutura de poema e paródia; estimular a criatividade; criar paródia. Metodologia: conceituação de poema e paródia; visualização e discussão de exemplos levados à sala de aula; produção textual - escrita e reescrita. Proposta: criar uma paródia com base no poema "A Casa", de Vinícius de Moraes. Tempo de realização: três aulas, de 50 minutos cada. Melhor paródia escrita: Laura Lorenzi, 10 anos de idade, 6° ano (escola particular).
B. B. B.
Era uma casa muito engraçada só tinha louco que não fazia nada.
Passavam o dia lá na piscina falando mal de meninos e meninas.
Ninguém dizia que o assistia, mas comentavam durante o dia.
Havia um líder e paredão, e só um deles ganharia um milhão.
Pessoas pagavam para votar, achando que escolhiam quem iria ganhar.
E eles faziam todos de bobos. Era o "Big Brother" da Rede Globo!
Comentário sobre o livro "Memórias de um sargento de milícias", de Manuel Antônio de Almeida
Resumo Leonardo e Maria viajavam de Lisboa rumo ao Rio de Janeiro, no navio se
apaixonaram, logo após casaram e tiveram um filho chamado Leonardo, que desde
pequeno era manhoso e arteiro. Com o passar do tempo Maria começou a trair o
marido e quando este descobriu, deu uma surra na mulher, que acabou fugindo com
seu amante, o capitão de um navio, para Lisboa. Leonardo simplesmente foi
embora, abandonando o filho.
Leonardo (filho) ficou então sob os
cuidados de seu padrinho, um barbeiro “bem arranjado”, que passou a estimar
muito o menino. Planejou fazê-lo padre, iniciou-lhe a escrita e a leitura, bem
precariamente, e depois o encaminhou à escola. Por esses tempos a madrinha de
Leonardo também apareceu e lhe visitava sempre. O menino não passava um dia sem
apanhar na escola com a palmatória do mestre. Quando passou a ir sozinho,
faltava às aulas e ia para a igreja se juntar a Tomás e fazer bagunça.
Imaginando a facilidade que teria
em aprontar se viesse a ser coroinha como o amigo, pediu ao padrinho que lhe
fizesse tal, o padrinho aceitou alegremente o interesse pela Igreja. Mas logo o
menino foi expulso por tanto aprontar. Já rapaz levava uma vida de vadio. Ele e
seu padrinho passaram a frequentar a casa de D. Maria, que tinha uma sobrinha,
Luisinha. Leonardo apaixonou-se por ela.
Em meio às suas intenções,
apareceu um rival, José Manuel, sua madrinha tomou parte e inventou uma mentira
para que o rival de seu afilhado perdesse a estima que tinha pela moça. Nesses tempos o
padrinho morreu e Leonardo foi viver com seu pai que, depois de muito lutar por
uma cigana, acabou casado com a filha da comadre. Ele não se dava muito bem com
a madrasta, então, em um dia após visitar D. Maria e não ver Luisinha, envolveu-se de novo em uma briga com a madrasta, seu pai tomou parte dela e o
ameaçou com uma espada. Leonardo fugiu para a rua.
Depois de muito andar
encontrou-se com Tomás e mais uns amigos, dentre eles Vidinha, que lhe
despertou uma nova paixão. Foi viver na casa deles. Lá viviam duas senhoras
irmãs, uma era mãe de três moças e outra, mãe de três rapazes. Uma das moças
era namorada de Tomás, e Vidinha era a paixão de dois dos rapazes. Como esta se
mostrava mais interessada em Leonardo, os dois primos armaram contra ele.
A armação levou-o preso pelo
major Vidigal, homem muito temido. Mas antes que chegasse à cadeia, o rapaz
fugiu. Com o objetivo de evitar motivos para uma nova prisão, a madrinha de
Leonardo lhe arrumou um emprego na casa-real, mas o rapaz logo foi despedido
por ter se aproximado da mulher de um dos homens do poder da casa.
Ao saber de tal acontecimento,
Vidinha foi tomar satisfações. Leonardo saiu atrás dela para impedir, quando
chegaram à porta da casa, na indecisão de entrar ou não, ele acabou sendo
levado por Vidigal que o esperava por lá. Nesses tempos a mentira da madrinha
tinha vindo à tona e José Manuel foi redimido e ganhou a mão de Luisinha em
casamento, logo depois mostrou o mau caráter que tinha.
Leonardo foi feito granadeiro do
major Vidigal, Vidinha e sua família buscaram muito por ele e, sem encontrar,
passaram a odiá-lo por cometer a desfeita de abandonar sem explicação quem o
acolhera. Em uma noite, Vidigal, armando a prisão de Teotônio, mandou Leonardo
até a casa do pai dele, lá estava dando a festa de batizado da filha de tal e
Teotônio animava a festa. Leonardo ficaria no batizado para facilitar a
captura. Vidigal e seus homens esperavam na porta.
No entanto, Leonardo se sentiu um
traidor e armou com Teotônio sua fuga sem que se comprometesse. O plano deu
certo, mas de tão alegre que ficou acabou por se denunciar. Vidigal então o
prendeu. Ao saber de tal coisa sua madrinha foi rogar por ele ao major, sem
resultado; após uma forte reconciliação com D. Maria, foram as duas pedir a
libertação do rapaz, o que não conseguiram.
As duas senhoras foram atrás da
ajuda de Maria-Regalada, a primeira paixão de Vidigal, ela concedeu a ajuda e
as três foram implorar pela libertação de Leonardo. Depois de muito tentar e
nada conseguir, Maria-Regalada falou em particular com Vidigal, disse que se
libertasse o rapaz iria viver com ele, como ele já lhe pedira muitas vezes. Com
tal proposta, o major cedeu e ainda prometeu uma surpresa.
Durante tais acontecimentos
Luisinha ficou viúva e foi no dia do enterro de José Manuel que Leonardo
apareceu. Tinha sido feito sargento. Passou a frequentar novamente a casa de D.
Maria, seus interesses por Luisinha renasceram e os dela por ele também. A madrinha e
D. Maria estavam mais do que de acordo com o casamento deles, o que impedia era
o posto de sargento, que não permitia o casamento. Pediram então novamente a
ajuda de Vidigal, que nesses tempos já vivia com Maria-Regalada. O homem cedeu
com gosto e fez de Leonardo um sargento de milícias, ofício que permitia o
casamento.
Leonardo, então, casou-se com Luisinha. Depois de tais acontecimentos, Leonardo pai e D. Maria
faleceram.
I – Aproveite o Dia Mundial da
Aids e faça um cheque ao portador. Bradesco, AG. 093-0, C/C 076095-1. (Agência
Norton).
II – Bi Bi – General Motors: duas
vezes bicampeã do carro do ano. (Agência Colucci e Associados).
Os anúncios apresentam semelhanças porque seus criadores
a) exploram, na construção do texto, o potencial de significação
das palavras, com criatividade.
b) exploram expressões consagradas, negando, no entanto, o
sentido popular de cada uma delas.
c) utilizam processo de abreviação vocabular, representados,
respectivamente, por uma sigla e uma onomatopeia.
d) apostam nas sugestões sonoras produzidas pelos textos e
no conhecimento vocabular dos leitores.
e) elaboram textos que, apesar de criativos, apresentam a redundância
como um problema de redação.
Questão 4 - ENEM
Leia.
"(...) Um operário desenrola o arame, o outro o endireita, um
terceiro corta, um quarto o afia nas pontas para a colocação da cabeça do
alfinete; para fazer a cabeça do alfinete requerem-se 3 ou 4 operações
diferentes, (...)" (SMITH, Adam. "A Riqueza das Nações". Investigação sobre a sua Natureza e suas Causas. Vol. I. São Paulo: Nova Culturas, 1985).
A respeito do texto e do quadrinho são feitas as seguintes afirmações: I. Ambos
retratam a intensa divisão do trabalho, à qual são submetidos os operários. II.
O texto refere-se à produção informatizada e o quadrinho, à produção artesanal.
III. Ambos contêm a ideia de que o produto da atividade industrial não depende
do conhecimento de todo o processo por parte do operário.
Dentre essas
afirmações, apenas
a) I está correta.
b) II está correta.
c) III está correta.
d) I e II estão corretas.
e) I e III estão corretas.
Questão 5 - MACKENZIE
Leia os versos.
1 É preciso casar João,
2 é preciso suportar Antônio,
3 é preciso odiar Melquíades,
4 é preciso substituir nós todos.
5 É preciso salvar o país,
6 é preciso crer em Deus,
7 é preciso pagar as dívidas,
8 é preciso comprar um rádio.
9 é preciso esquecer fulana.
O paralelismo dos versos, no contexto, contribui para a
expressão:
a) de uma visão idealizada das relações humanas.
b) da ideia do caráter ininterrupto das pressões sociais
sobre o indivíduo.
c) da interrupção da obrigatoriedade.
d) do constante questionamento sobre a fugacidade do tempo.
e) do bem-estar produzido pela utopia como única
possibilidade de realização.