quinta-feira, 28 de março de 2013

Orações subordinadas Adverbiais - Exercícios.


9° ano querido, eis alguns exercícios para apreensão do conteúdo. Resolva-os primeiro, depois consulte as resoluções ao final.

Um abraço,

Prof. Fátima


1 - Classifique os períodos abaixo em oração principal e em oração subordinada adverbial (a correspondente).

a) Depois que ficou doente
b) Antônio Francisco passou a fugir de todo o mundo
c) porque, além de feio, ficava cada vez mais deformado
d) Ele tinha três escravos que sofriam muito em suas mãos

Leia o seguinte período extraído do texto de Pedro Bial para responder à questão 2.

“Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida.”
2- Agora encontre:

a) A oração principal.
b) Uma oração reduzida que indique finalidade.
c) Um pronome relativo.

3 - Abaixo há algumas orações reduzidas. Após analisá-las, sua tarefa consistirá em desdobrá-las, a fim de que se apresentem como desenvolvidas. Feito isso, dê a elas a classificação correspondente.

a) Dizendo a verdade, todos confiarão em você.   
b) Terminada a reunião, todos os funcionários retomaram a rotina de trabalho.
c) Concluído o trabalho, sairei.


_________________________________________________________________

Resolução
1- Depois que ficou doente - oração subordinada adverbial temporal
Antônio Francisco passou a fugir de todo o mundo - oração principal
porque, além de feio, ficava cada vez mais deformado - oração subordinada adverbial causal
Ele tinha três escravos - oração principal

2- a) Passou madrugadas
b) para estudar pro vestibular
c) do que gostaria. (Lembrar: de (preposição) + o (pronome demonstrativo); ter certeza do (daquilo) que (o qual) gostaria...)

3 – a) Se disser a verdade, todos confiarão em você. à Oração subord. adverbial condicional.
b) Assim que terminou a reunião, todos os funcionários retomaram a rotina de trabalho. à Oração subordinada adverbial temporal.
c) Quando eu concluir o trabalho, sairei. à oração subordinada adverbial temporal.

domingo, 24 de março de 2013

Poema e paródia - 6° ano

Objetivo da atividade: estudar a estrutura de poema e paródia; estimular a criatividade; criar paródia.

Metodologia: conceituação de poema e paródia; visualização e discussão de exemplos levados à sala de aula; produção textual - escrita e reescrita.


Proposta: criar uma paródia com base no poema "A Casa", de Vinícius de Moraes.


Tempo de realização: três aulas, de 50 minutos cada.


Melhor paródia escrita: Laura Lorenzi, 10 anos de idade, 6° ano (escola particular).



B. B. B. 

Era uma casa 
muito engraçada
só tinha louco
que não fazia nada.

Passavam o dia

lá na piscina
falando mal de
meninos e meninas.

Ninguém dizia

que o assistia,
mas comentavam
durante o dia.

Havia um líder

e paredão,
e só um deles
ganharia um milhão.

Pessoas pagavam

para votar,
achando que escolhiam
quem iria ganhar.

E eles faziam

todos de bobos.
Era o "Big Brother"
da Rede Globo!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

"O Pagador de Promessas", de Dias Gomes.

Comentário sobre o livro "O Pagador de Promessas", de Dias Gomes.


"Memórias de um sargento de milícias", de Manuel Antônio de Almeida.

Comentário sobre o livro "Memórias de um sargento de milícias", de Manuel Antônio de Almeida





Resumo

 Leonardo e Maria viajavam de Lisboa rumo ao Rio de Janeiro, no navio se apaixonaram, logo após casaram e tiveram um filho chamado Leonardo, que desde pequeno era manhoso e arteiro. Com o passar do tempo Maria começou a trair o marido e quando este descobriu, deu uma surra na mulher, que acabou fugindo com seu amante, o capitão de um navio, para Lisboa. Leonardo simplesmente foi embora, abandonando o filho. 
  Leonardo (filho) ficou então sob os cuidados de seu padrinho, um barbeiro “bem arranjado”, que passou a estimar muito o menino. Planejou fazê-lo padre, iniciou-lhe a escrita e a leitura, bem precariamente, e depois o encaminhou à escola. Por esses tempos a madrinha de Leonardo também apareceu e lhe visitava sempre. O menino não passava um dia sem apanhar na escola com a palmatória do mestre. Quando passou a ir sozinho, faltava às aulas e ia para a igreja se juntar a Tomás e fazer bagunça. 
  Imaginando a facilidade que teria em aprontar se viesse a ser coroinha como o amigo, pediu ao padrinho que lhe fizesse tal, o padrinho aceitou alegremente o interesse pela Igreja. Mas logo o menino foi expulso por tanto aprontar. Já rapaz levava uma vida de vadio. Ele e seu padrinho passaram a frequentar a casa de D. Maria, que tinha uma sobrinha, Luisinha.  Leonardo apaixonou-se por ela. 
  Em meio às suas intenções, apareceu um rival, José Manuel, sua madrinha tomou parte e inventou uma mentira para que o rival de seu afilhado perdesse a estima que tinha pela moça. Nesses tempos o padrinho morreu e Leonardo foi viver com seu pai que, depois de muito lutar por uma cigana, acabou casado com a filha da comadre. Ele não se dava muito bem com a madrasta, então, em um dia após visitar D. Maria e não ver Luisinha, envolveu-se de novo em uma briga com a madrasta, seu pai tomou parte dela e o ameaçou com uma espada. Leonardo fugiu para a rua. 
  Depois de muito andar encontrou-se com Tomás e mais uns amigos, dentre eles Vidinha, que lhe despertou uma nova paixão. Foi viver na casa deles. Lá viviam duas senhoras irmãs, uma era mãe de três moças e outra, mãe de três rapazes. Uma das moças era namorada de Tomás, e Vidinha era a paixão de dois dos rapazes. Como esta se mostrava mais interessada em Leonardo, os dois primos armaram contra ele. 
   A armação levou-o preso pelo major Vidigal, homem muito temido. Mas antes que chegasse à cadeia, o rapaz fugiu. Com o objetivo de evitar motivos para uma nova prisão, a madrinha de Leonardo lhe arrumou um emprego na casa-real, mas o rapaz logo foi despedido por ter se aproximado da mulher de um dos homens do poder da casa. 
   Ao saber de tal acontecimento, Vidinha foi tomar satisfações. Leonardo saiu atrás dela para impedir, quando chegaram à porta da casa, na indecisão de entrar ou não, ele acabou sendo levado por Vidigal que o esperava por lá. Nesses tempos a mentira da madrinha tinha vindo à tona e José Manuel foi redimido e ganhou a mão de Luisinha em casamento, logo depois mostrou o mau caráter que tinha. 
   Leonardo foi feito granadeiro do major Vidigal, Vidinha e sua família buscaram muito por ele e, sem encontrar, passaram a odiá-lo por cometer a desfeita de abandonar sem explicação quem o acolhera. Em uma noite, Vidigal, armando a prisão de Teotônio, mandou Leonardo até a casa do pai dele, lá estava dando a festa de batizado da filha de tal e Teotônio animava a festa. Leonardo ficaria no batizado para facilitar a captura. Vidigal e seus homens esperavam na porta. 
   No entanto, Leonardo se sentiu um traidor e armou com Teotônio sua fuga sem que se comprometesse. O plano deu certo, mas de tão alegre que ficou acabou por se denunciar. Vidigal então o prendeu. Ao saber de tal coisa sua madrinha foi rogar por ele ao major, sem resultado; após uma forte reconciliação com D. Maria, foram as duas pedir a libertação do rapaz, o que não conseguiram. 
   As duas senhoras foram atrás da ajuda de Maria-Regalada, a primeira paixão de Vidigal, ela concedeu a ajuda e as três foram implorar pela libertação de Leonardo. Depois de muito tentar e nada conseguir, Maria-Regalada falou em particular com Vidigal, disse que se libertasse o rapaz iria viver com ele, como ele já lhe pedira muitas vezes. Com tal proposta, o major cedeu e ainda prometeu uma surpresa. 
   Durante tais acontecimentos Luisinha ficou viúva e foi no dia do enterro de José Manuel que Leonardo apareceu. Tinha sido feito sargento. Passou a frequentar novamente a casa de D. Maria, seus interesses por Luisinha renasceram e os dela por ele também. A madrinha e D. Maria estavam mais do que de acordo com o casamento deles, o que impedia era o posto de sargento, que não permitia o casamento. Pediram então novamente a ajuda de Vidigal, que nesses tempos já vivia com Maria-Regalada. O homem cedeu com gosto e fez de Leonardo um sargento de milícias, ofício que permitia o casamento. 
  Leonardo, então, casou-se com Luisinha. Depois de tais acontecimentos, Leonardo pai e D. Maria faleceram.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

1° ANO - ENSINO MÉDIO - EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES


Questão 3 - ITA

Leia as propagandas a seguir.

I – Aproveite o Dia Mundial da Aids e faça um cheque ao portador. Bradesco, AG. 093-0, C/C 076095-1. (Agência Norton).

II – Bi Bi – General Motors: duas vezes bicampeã do carro do ano. (Agência Colucci e Associados).

Os anúncios apresentam semelhanças porque seus criadores
a) exploram, na construção do texto, o potencial de significação das palavras, com criatividade.
b) exploram expressões consagradas, negando, no entanto, o sentido popular de cada uma delas.
c) utilizam processo de abreviação vocabular, representados, respectivamente, por uma sigla e uma onomatopeia.
d) apostam nas sugestões sonoras produzidas pelos textos e no conhecimento vocabular dos leitores.
e) elaboram textos que, apesar de criativos, apresentam a redundância como um problema de redação.


Questão 4 - ENEM

Leia.

"(...) Um operário desenrola o arame, o outro o endireita, um terceiro corta, um quarto o afia nas pontas para a colocação da cabeça do alfinete; para fazer a cabeça do alfinete requerem-se 3 ou 4 operações diferentes, (...)" (SMITH, Adam. "A Riqueza das Nações". Investigação sobre a sua Natureza e suas Causas. Vol. I. São Paulo: Nova Culturas, 1985).





















A respeito do texto e do quadrinho são feitas as seguintes afirmações: I. Ambos retratam a intensa divisão do trabalho, à qual são submetidos os operários. II. O texto refere-se à produção informatizada e o quadrinho, à produção artesanal. III. Ambos contêm a ideia de que o produto da atividade industrial não depende do conhecimento de todo o processo por parte do operário. 
Dentre essas afirmações, apenas
a) I está correta.
b) II está correta.
c) III está correta.
d) I e II estão corretas.
e) I e III estão corretas.

Questão 5 - MACKENZIE

Leia os versos.

1 É preciso casar João,
2 é preciso suportar Antônio,
3 é preciso odiar Melquíades,
4 é preciso substituir nós todos.
5 É preciso salvar o país,
6 é preciso crer em Deus,
7 é preciso pagar as dívidas,
8 é preciso comprar um rádio.
9 é preciso esquecer fulana.

O paralelismo dos versos, no contexto, contribui para a expressão:
a) de uma visão idealizada das relações humanas.
b) da ideia do caráter ininterrupto das pressões sociais sobre o indivíduo.
c) da interrupção da obrigatoriedade.
d) do constante questionamento sobre a fugacidade do tempo.
e) do bem-estar produzido pela utopia como única possibilidade de realização.